Uma vez que pouco (ou nada) tenho para fazer... aproveito para passear. Hoje fui até à Foz do Douro fotografar algo que já há muito pretendia fotografar: os flamingos que por lá andam e que, afinal, não são flamingos, mas sim Grous Comuns (Grus Grus). Estamos sempre a aprender...
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Friday, October 05, 2007
Monday, January 30, 2006
Um refresco
Sunday, January 29, 2006
Espectáculo único
No regresso a "terra firme", os passageiros são recebidos com Vinho do Porto e um espectáculo único e, sem dúvida, inesquecível. O grifo, que podem ver na fotografia (se olharem com cuidado vão descobri-lo), oferece-nos a possibilidade de o ver voar ali mesmo à nossa beira. Podemos, deste modo, verificar como ele conhece o tratador e os sinais que este lhe envia, mas também a atenção com que está a tudo o que o rodeia. No fim desta "demonstração", o tratador espera que o grifo faça um vôo rasante por entre os passageiros, a quem é pedido que façam duas filas. Todavia, este vôo nem sempre acontece, é preciso que o grifo esteja, de certo modo, bem disposto e que não haja nada que o distraia. Como podem ver, tive alguma sorte, na medida em que o grifo nos brindou com esse vôo magnífico (na fotografia estava, digamos assim, em plena "descolagem"), embora tenha demorado algum tempo, uma vez que havia por ali mais pessoas que o estavam a "incomodar". No entanto, e aviso já caso queiram fazer este passeio, quando há cães por perto (mesmo que seja dentro de um carro que esteja no parque de estacionamento, que ainda fica ligeiramente longe) o "senhor grifo" não faz esta proeza! Se é medo, não sei... sei que sente a sua presença e não sai do sítio. É do género "Daqui eu não saio, daqui ninguém me tira!"(ATENÇÃO: isto aconteceu da primeira vez que os meus pais fizeram este passeio, não julguem que estou a inventar...)
Posição privilegiada
A meio do percurso, isto é, quando o barco dá meia volta para regressar "à base" é permitido aos passageiros sair do interior do barco para que possam melhor apreciar a paisagem, sempre com o cuidado de não fazerem muito barulho, pelos motivos já referidos (daí que todas as explicações sejam feitas na primeira parte do percurso, no interior do barco).No entanto, nem toda a gente tem a sorte, como eu tive, de poder estar numa privilegiada... em plena proa do barco, sem ninguém à frente...
O resultado? Fotografias como esta...
Fim da linha?!
Tranquilidade... interrompida
Continuamos no Douro internacional e já estamos dentro do barco que nos vai levar a dar um passeio durante, aproximadamente, uma hora.Alguns de vocês saberão, com certeza, que esta é uma zona onde podemos encontrar variadíssimas espécies animais (águias, falcões, cegonhas pretas, lontras, ...) algumas das quais em vias de extinção.
Este passeio de barco é, portanto, uma excelente oportunidade para se poderem apreciar alguns desses exemplares... não fossem pessoas inteligentes como estas (perdoem-me, mas teve que ser) interromper a calma e o silêncio necessários... Apesar disso, os ninhos das cegonhas e das águias não fugiram e houve até um falcão que nos veio dizer "Olá!!!"
Saturday, January 28, 2006
Arribas do Douro
Albufeira de Bemposta
Friday, January 27, 2006
Fraga do Puio
A barragem
Chegada a Bemposta
E numa manhã gélida de nevoeiro chegamos à aldeia de Bemposta (sempre Douro acima), mesmo na fronteira com Espanha... Aqui a barragem permite-nos passar para a terra de "nuestros hermanos" onde podemos comer uns "pinchos" (espetadas) deliciosos... (já estou a ficar com água na boca)Já agora vos digo que a caminho de Formoselhe (a aldeia onde se comem essas delícias) passamos pela barragem de Almendra, cuja albufeira é considerada o maior lago artificial da Europa. E mais uma curiosidade... a água desta barragem é toda ela aproveitada... ou seja, após ser "lançada" é reaproveitada...
Na fotografia não se vê a barragem, mas eu garanto que ela está lá!
Barragem de Picote
Continuemos então a nossa viagem, desta vez Douro acima. Próxima paragem ("nächste Haltestelle") Barragem de Picote, já em pleno Douro Internacional.Para muitos, surge a ideia de "dar um saltinho" a Espanha, já que fica mesmo ali do outro lado do rio, mas... depressa nos apercebemos de que tal não é possível. Porquê? Pois... apesar de ser um local lindíssimo e muito calmo (algo para que em muito contribuem, na minha opinião, a paisagem e as altas arribas) a barragem em si é muito peculiar: é que não podemos passar para Espanha... a barragem termina nas arribas do Douro... a estrada não continua... de quem é a culpa? Não sei, mas isso não interessa...
Thursday, January 26, 2006
E ainda outro (ponto de vista)...
E mais uma fotografia do rio Douro, desta vez com outro enquadramento: o cais da Régua, um pouco da zona nova da Régua e ainda um barco tipo rabelo no qual se pode fazer aquilo que eu ainda não fiz, mas que quero fazer: um passeio pelo Douro, desde o Porto até à Régua, ou até ao Pinhão (ok, eu já fiz um passeio de barco no Douro, mas... no Douro internacional - a seu tempo virão as fotografias).
Outro ponto de vista
E aqui está o mesmo barco, mas desta vez num outro enquadramento.Nesta fotografia podem apreciar um pouco da marginal do Peso da Régua (muito animada, sobretudo nas noites de Verão, devido aos pequenos bares ali existentes), algumas quintas (quase que se vê a quinta da Formiga e a quinta da Raposa!!!) com os seus terrenos em socalcos e ainda duas das três pontes que ali "atravessam" o rio...
Região do Douro
Continuando uma viagem pelo nosso Portugal, passamos da região de Coimbra para a região do Douro, mais propriamente para a cidade da Régua (ou Peso da Régua), cidade que visito frequentemente.Terra de vinhos, sobretudo, do tão famoso vinho do Porto, os barcos rabelos e o rio Douro tinham, obrigatoriamente que fazer parte da paisagem...
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